terça-feira, 24 de novembro de 2009

Resíduos sólidos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


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Nota: Se procura pelo resíduo em análise complexa, consulte resíduo (análise complexa).

 




Resíduos sólidos constituem aquilo que genericamente se chama lixo: materiais sólidos considerados inúteis, supérfluos ou perigosos, gerados pela atividade humana, e que devem ser descartados ou eliminados.[1]




 
O conceito de "lixo" pode ser considerado como uma invenção humana, pois em processos naturais não há lixo - apenas produtos inertes.



Embora o termo lixo se aplique aos resíduos sólidos em geral, muito do que se considera lixo pode ser reutilizado ou reciclado, desde que os materiais sejam adequadamente tratados. Além de gerar emprego e renda, a reciclagem proporciona uma redução da demanda de matérias-primas e energia, contribuindo também para o aumento da vida útil dos aterros sanitários. Certos resíduos, no entanto, não podem ser reciclados, a exemplo do lixo hospitalar ou nuclear.



Por composição..
 


Resíduos orgânicos:


O chamado lixo orgânico tem origem animal ou vegetal. Nessa categoria inclui-se grande parte do lixo doméstico, restos de alimentos, folhas, sementes, restos de carne e ossos, etc.

Quando acumulado ou disposto inadequadamente, o lixo orgânico pode tornar-se altamente poluente do solo, das águas e do ar. Ademais, a disposição inadequada desses resíduos cria um ambiente propício ao desenvolvimento de organismos patogênicos. O lixo orgânico pode entretanto ser objeto de compostagem para a fabricação de adubos ou utilizado para a produção de combustíveis como biogás, que é rico em metano.




 Outros resíduos:


Resíduos de plásticos, metais e ligas, vidro, material de construção etc. quando lançados diretamente no ambiente, sem tratamento prévio, demoram muito tempo para se decompor. O plástico por exemplo, é constituído por uma complexa estrutura de moléculas fortemente ligadas entre si, o que torna difícil a sua degradação e posterior biodigestão por agentes decompositores (primariamente bactérias). Para solucionar este problema, diversos produtos industrializados são biodegradáveis.




Lixo tóxico


Lixo nuclear e hospitalar entram nesta categoria. Esses resíduos precisam receber tratamento especial, antes da disposição final, de modo a evitar danos ambientais e à saúde das pessoas. O lixo nuclear deve ser isolado, enquanto lixo hospitalar deve ser incinerado.




Por origem..



Exemplo de resíduo sólido urbano.

Resíduo doméstico: é o formado pelos resíduos sólidos produzidos pelas atividades residenciais e se compõe por aproximadamente 60% de matéria orgânica; o restante é formado por embalagens plásticas, latas, vidros, papéis, etc.


Resíduo sólido urbano: inclui o resíduo doméstico assim como o resíduo produzido em instalações públicas (parques, por exemplo), em instalações comerciais, bem como restos de construções e demolições.


Resíduo industrial: é gerado pela indústria, e pode ser altamente prejudicial ao meio ambiente e à saúde humana.


Resíduo hospitalar: é a classificação dada aos resíduos perigosos produzidos dentro de hospitais, como seringas usadas, aventais, etc. Por conter agentes causadores de doenças, este tipo de lixo é separado do restante dos resíduos produzidos dentro de um hospital (restos de comida, etc), e é geralmente incinerado. Porém, certos materiais hospitalares, como aventais que estiveram em contato com raios eletromagnéticos de alta energia como raios X, são categorizados de forma diferente (o mencionado avental, por exemplo, é considerado lixo nuclear), e recebem tratamento diferente.


Resíduo nuclear: composto por produtos altamente radioativos, como restos de combustível nuclear, produtos hospitalares que tiveram contato com radioatividade (aventais, papéis, etc), enfim, qualquer material que teve exposição prolongada à radioatividade ou que possui algum grau de radioatividade. Devido ao fato de que tais materiais continuam a emitir radioatividade por muito tempo, eles precisam ser totalmente confinados e isolados do resto do mundo.


Resíduos de construção e demolição: abreviadamente conhecidos por RCD, são resíduos provenientes de obras civis - construção, reconstrução, ampliação, alteração, conservação e demolição ou derrocada de edificações, assim como o solo e lama de escavações.

Vídeo muito interessante !!

Sobre Reciclagem..


*Filme: O Nosso Lixo de cada dia






mais um vídeozinho  para complementar ...
Porém esse , ao som de : Uma musiquinha mto boa de se ouvir ;)


http://www.youtube.com/watch?v=DMh-Frodbts

Clique no LINK acima  e CONFIRA!!

domingo, 8 de novembro de 2009

Só para Relembrar ...


O QUE É RECICLAGEM ??
Reciclagem é um conjunto de técnicas que tem por finalidade aproveitar os detritos e reutiliza-los no ciclo de produção de que saíram. E o resultado de uma série de atividades, pela qual materiais que se tornariam lixo, ou estão no lixo, são desviados, coletados, separados e processados para serem usados como matéria-prima na manufatura de novos produtos.
Reciclagem é um termo originalmente utilizado para indicar o reaproveitamento (ou a reutilização) de um polímero no mesmo processo em que, por alguma razão foi rejeitado.
Reciclar outro termo usado, é na verdade fazer a reciclagem.
O retorno da matéria-prima ao ciclo de produção é denominado reciclagem, embora o termo já venha sendo utilizado popularmente para designar o conjunto de operações envolvidas. O vocábulo surgiu na década de 1970, quando as preocupações ambientais passaram a ser tratadas com maior rigor, especialmente após o primeiro choque do petróleo, quando reciclar ganhou importância estratégica. As indústrias recicladoras são também chamadas secundárias, por processarem matéria-prima de recuperação. Na maior parte dos processos, o produto reciclado é completamente diferente do produto inicial.
COMO RECICLAR ??
Com a colaboração do consumidor, podemos facilitar ainda mais o processo de reciclagem. A reciclagem do material é muito importante, não apenas para diminuir o acúmulo de dejetos, como também para poupar a natureza da extração inesgotável de recursos. Veja como fazer a coleta seletiva e dar a sua parcela de contribuição na preservação do meio ambiente.

Passo a passo:

1. Procure o programa organizado de coleta de seu município ou uma instituição, entidade assistencial ou catador que colete o material separadamente. Veja primeiro o que a instituição recebe. Não adianta separar, por exemplo: plástico, se a entidade só recebe papel.

2. Para uma coleta de maneira ideal, separe os resíduos em não-recicláveis e recicláveis e dentro dos recicláveis separe papel, metal, vidro e plástico.

3. Veja exemplo de materiais recicláveis:
- Papel: jornais, revistas, formulários contínuos, folhas de escritório, caixas, papelão, etc.
- Vidros: garrafas, copos, recipientes.
- Metal: latas de aço e de alumínio’, clipes, grampos de papel e de cabelo, papel alumínio.
- Plástico: garrafas de refrigerantes e água, copos, canos, embalagens de material de limpeza e de alimentos, sacos.

4. Escolha um local adequado para guardar os recipientes com os recicláveis até a hora da coleta. Antes de guardá-los, limpe-os para retirar os resíduos e deixe-os secar naturalmente. Para facilitar o armazenamento, você pode diminuir o volume das embalagens de plástico e alumínios amassando-as. As caixas devem ser guardadas desmontadas.
Atenção:
Os objetos reciclados não serão transformados nos mesmos produtos. Por exemplo, garrafas recicláveis não serão transformadas em outras garrafas, mas em outros materiais, como solados de sapato.
PORQUE RECICLAR ???
A quantidade de lixo produzida diariamente por um ser humano é de aproximadamente 5 Kg. *
Se somarmos toda a produção mundial, os números são assustadores.* Só o Brasil produz 240 000 toneladas de lixo por dia.* O aumento excessivo da quantidade de lixo se deve ao aumento do poder aquisitivo e pelo perfil de consumo de uma população.
Além disso, quanto mais produtos industrializados, mais lixo é produzido, como embalagens, garrafas,etc.
- Doméstico (alimentos)
- Industrial (carvão mineral, lixo químico, fumaças)
- Agrícola (esterco, fertilizantes)
- Hospitalar - Materiais Radioativos ( indústria medicina...)
- Tecnológico (TV, rádios)
Em torno de 88% do lixo doméstico vai para o aterro sanitário. A fermentação produz dois produtos: o chorume e o gás metano. Menos de 3% do lixo vai para as usinas de compostagem(adubo). O lixo hospitalar, por exemplo, deve ir para os incineradores. Apenas 2% do lixo de todo o Brasil é reciclado!! Por quê? Porque reciclar é 15 vezes mais caro do que jogar o lixo em aterros.
Nos países desenvolvidos como a França e Alemanha, a iniciativa privada é encarregada do lixo. Fabricantes de embalagens são considerados responsáveis pelo destino do lixo e o consumidor também tem que fazer sua parte. Por exemplo, quando uma pessoa vai comprar uma pilha nova, é preciso entregar a usada. Uma garrafa plástica ou vidro pode levar 1 milhão de anos para decompor-se. Uma lata de alumínio, de 80 a 100 anos. Porém todo esse material pode ser reaproveitado, transformando-se em novos produtos ou matéria prima, sem perder as propriedades. Separando todo o lixo produzido em residências, estaremos evitando a poluição e impedindo que a sucata se misture aos restos de alimentos, facilitando assim seu reaproveitamento pelas indústrias. Além disso, estaremos poupando a meio ambiente e contribuindo para o nosso bem estar no futuro, ou você quer ter sua água racionada, seus filhos com sede, com problemas respiratórios.
Algumas Vantagens:

Cada 50 quilos de papel usado, transformado em papel novo, evita que uma árvore seja cortada. Pense na quantidade de papel que você já jogou fora até hoje e imagine quantas árvores você poderia ter ajudado a preservar.

Cada 50 quilos de alumínio usado e reciclado, evita que sejam extraídos do solo cerca de 5.000 quilos de minério, a bauxita.
Quantas latinhas de refrigerantes você já jogou até hoje?

Com um quilo de vidro quebrado, faz-se exatamente um quilo de vidro novo. E a grande vantagem do vidro é que ele pode ser reciclado infinitas vezes.
Agora imagine só os aterros sanitários:
quanto material que está lá, ocupando espaço, e poderia ter sido reciclado!

Economia de energia e matérias-primas. Menos poluição do ar, da água e do solo.
Melhora a limpeza da cidade, pois o morador que adquire o hábito de separar o lixo, dificilmente o joga nas vias públicas.

Gera renda pela comercialização dos recicláveis. Diminui o desperdício.
Gera empregos para os usuários dos programas sociais e de saúde da Prefeitura.
Dá oportunidade aos cidadãos de preservarem a natureza de uma forma concreta, tendo mais responsabilidade com o lixo que geram.
ONDE RECLICAR?
No Brasil existem unidades industriais com capacidade instalada para reciclar resíduos, e qualquer outro material que possa ser reciclado. Distribuídas de norte a sul do país, estas unidades são empresas transformadoras de matérias-primas, fabricantes de embalagens, retomadores e recicladores.
A Compam é uma delas, fornecemos total apoio, e um serviço diferenciado para atender todos os clientes interessados em vender o seu material. Para qualquer formação sobre este assunto, mande um e-mail para:

Ou Ligue para a Central de Atendimento




Mercado Brasileiro Ambiental




Alguns aspectos ...


Freqüentemente, os meios de comunicação de massa provocam na população a falsa expectativa, de que medidas implementadas para solucionar um problema serão diretamente proporcionais à divulgação que foi dada ao fato. Quando se trata da questão ambiental, entre outros temas, sabemos que isto absolutamente não corresponde aos fatos. O Brasil, com sua diversidade de biomas, sua extensão territorial, e, principalmente, sua disparidade social, padece de problemas ambientais, amplamente divulgados, para os quais as soluções estão longe de terem sido encaminhadas.

As cidades brasileiras concentram cerca de 70% da população brasileira e grande parte dos problemas ambientais do país. A situação é similar à de cidades de outros países e períodos históricos, condicionados por fatores econômicos e sociais semelhantes.

Investimentos em meio ambiente no Brasil, principalmente para minorar os problemas ambientais urbanos, totalizaram cerca de US$3,0 bilhões em 2002, aproximadamente 0,5% do PIB brasileiro. Comparados com outros setores da economia do país são investimentos diminutos, refletindo uma visão econômica de curto prazo e ignorância do inter-relacionamento entre as atividades econômicas e a natureza. Para a maioria dos agentes, governos e empresários, a questão ambiental ainda não é prioritária, pois requer alocação de recursos que - sob uma ótica imediatista e limitada - não trazem retorno significativo e não são prioritários.

Em termos de investimento, o maior segmento do mercado ambiental brasileiro é o de saneamento básico, que inclui o tratamento de água e de esgoto doméstico. Trata-se de um dos maiores problemas enfrentados nos centros urbanos de todo o país. Segundo dados publicados pelo IBGE em 2002, cerca de 23% dos domicílios (cerca de 9,9 milhões de unidades), não contam com abastecimento de água pela rede pública. Quanto ao esgoto doméstico, somente 47,2% dos domicílios estão ligados às redes coletoras, mas apenas 20 % do volume coletado são tratados. Os valores investidos em novos projetos de saneamento alcançaram aproximadamente US$1,3 bilhão em 2002, representando cerca de 0,2% do PIB. Muito abaixo, portanto, do limite mínimo de 1% do PIB, estabelecido pela Organização Mundial de Saúde para países com IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) equivalente ao do Brasil. O problema é de tal gravidade, que segundo o Ministério da Saúde 65% das internações hospitalares no país são decorrentes da má qualidade (ou inexistência) dos serviços de saneamento.

Outro impacto ambiental negativo decorrente da falta de infra-estrutura para o tratamento dos efluentes, é a crescente degradação ambiental dos cursos d'água. Dados preliminares de uma pesquisa ainda em andamento, informam que cerca de 70% dos rios das regiões Sudeste e Sul estão contaminados, principalmente por efluentes domésticos, provocando o desaparecimento de muitos tipos de peixes e outras espécies aquáticas. O custo do desaparecimento destas espécies e da destruição de seus habitats ainda não foi contabilizado. Outro impacto negativo, mais facilmente quantificável, é o aumento dos custos de tratamento da água bruta, retirada dos rios poluídos e destinada ao consumo humano.

O problema do saneamento não é tão recente quanto parece. Desde a década de 1950, investimentos feitos por governos estaduais e municipais não vem acompanhando o aumento da demanda, causada pelo rápido crescimento populacional nas cidades. Some-se a isto, a falta de planejamento urbano e a constante redução dos orçamentos, a fim de atender programas de ajuste econômico. Com relação à água, a situação sempre foi diferente: era rapidamente fornecida, já que sem ela não era possível abrir novos loteamentos, aumentando as receitas municipais com a cobrança de impostos e taxas.

O segundo mais importante segmento do mercado ambiental é o de gerenciamento de resíduos urbanos, principalmente o lixo doméstico. Estima-se que este mercado com o de resíduos industriais, movimentaram juntos cerca de US$1,4 bilhões em 2002. O valor parece considerável, mas pouco representa para um país que gera cerca de 102.000 toneladas diárias de lixo. Deste volume, aproximadamente 70% é regularmente coletado por serviços instituídos pelos municípios. Depois da coleta começa a segunda fase do problema: a destinação final do lixo doméstico. Problema, porque são poucos os municípios no Brasil que dispõe de aterro sanitário, construído segundo norma técnica recomendada pelas agencias ambientais. A maioria dos 5.507 municípios brasileiros utiliza-se de buracos cavados no solo, "lixões", sem qualquer tipo de isolamento, onde os resíduos municipais são jogados. Em muitas cidades, para agravar a situação, juntam-se aos resíduos domésticos os resíduos hospitalares e até os industriais - perigosa convivência, tolerada ou ignorada pelo poder municipal. A reciclagem, bastante discutida pelos meios de comunicação, é praticada somente em cerca de 180 municípios brasileiros, pouco representando para a economia. A legislação que poderia impulsionar este setor ainda espera uma aprovação do Congresso.

Quanto aos resíduos perigosos industriais, dados pesquisados pela ABETRE (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento Recuperação e Disposição de Resíduos Especiais) e pelo Departamento de Meio Ambiente da Câmara Brasil-Alemanha, dão conta de que anualmente são gerados cerca de 2,7 milhões de toneladas, em todo o país. A maior parte destes resíduos provêm de atividades industriais, principalmente nas regiões Sul e Sudeste. Cerca de 20% deste volume é disposto corretamente em aterros sanitários classe I ou incinerado. Outra parte dos resíduos é estocada, geralmente nas próprias empresas geradoras, aguardando uma destinação final (que pode demorar anos). Muitas empresas ainda consideram altos os custos de destinação final de resíduos, disponíveis no mercado.

Ainda resta-nos fazer uma breve referência à poluição atmosférica. Segundo dados da agencia ambiental de São Paulo (CETESB) cerca de 85% da poluição atmosférica urbana é gerada por veículos automotores. Os demais 15% ficam por conta das atividades industrias. Para minorar a poluição nos grandes centros já foram ensaiados diversos programas de controle de emissão veicular, porem sem sucesso. Na cidade de São Paulo, por exemplo, foi iniciado um programa de controle de emissão veicular voluntário em 1997. No Estado, a CETESB também já apresentou duas propostas em épocas diferentes (a última em 2002), sem que nenhuma se concretizasse.

As notícias na mídia sozinhas não trarão a solução para os problemas ambientais. Da mesma forma a elaboração de leis, e a criação de programas nos moldes atuais. Esperamos que a nova administração crie mecanismos, que possibilitem a sociedade participar ativamente no desenvolvimento e implementação das soluções necessárias.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Precicle!


Você sabe o que é preciclar?

É muito simples!
É pensar antes de comprar.40% do que nós compramos é lixo.
São embalagens que, quase sempre, não nos servem para nada, que vão direto para o lixo aumentar os nossos restos imortais no planeta.Poderia ser diferente?Tudo sempre pode ser melhor.
Pense no resíduo da sua compra antes de comprar. Às vezes um produto um pouco mais caro tem uma embalagem aproveitável para outros fins.


Estes são os 3 R's:Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Reduzir o desperdício,Reutilizar sempre que for possível antes de jogar fora, e Reciclar, ou melhor: separar para a reciclagem, pois, na verdade, o indivíduo não recicla (a não ser os artesãos de papel reciclado).
O termo reciclagem, tecnicamente falando, não corresponde ao uso que fazemos dessa palavra pois reciclar é transformar algo usado, em algo igual, só que novo.
Por exemplo, uma lata de alumínio, pós-consumo, é transformada, através de processo industrial, em uma lata nova.
Quando transformamos uma coisa em outra coisa, isso é reutilização.O que nós, como indivíduos, podemos fazer, é praticar os dois primeiros R's: reduzir e reutilizar.Quanto à reciclagem, o que nós devemos fazer é separar o lixo que produzimos e pesquisar as alternativas de destinação, ecologicamente corretas, mais próximas.
Pode ser uma cooperativa de catadores ou até uma instituição filantrópica que receba material reciclável para acumular e comercializar.
O importante é pensarmos sobre os 3 R's procurando evitar o desperdício, reutilizar sempre que possível e, antes de mais nada,preciclar! Ou seja: Pensar antes de comprar.Pensar no resíduo que será gerado.Evite embalagens plásticas: elas poderão ser transformadas em produtos plásticos reciclados. O vidro é totalmente reciclável e muito mais útil em termos de reutilização da embalagem.Preciclar é pensar que a história das coisas não acaba quando as jogamos no lixo. Tampouco acaba a nossa responsabilidade!

PARA INÍCIO DE CONVERSA ...




AFINAL, O QUE É LIXO?




DEFINIÇÃO:



Chamamos de lixo tudo aquilo que não nos serve mais e jogamos fora.

Os dicionários de língua portuguesa definem a palavra como sendo: coisas inúteis, imprestáveis, velhas, sem valor; aquilo que se varre para tornar limpa uma casa ou uma cidade; entulho; qualquer material produzido pelo homem que perde a utilidade e é descartado.
Você já parou pra pensar que muito do que jogamos fora e consideramos sem valor pode ser aproveitado por outras pessoas?
Ué, mas se serve pra outras pessoas então não é lixo!
É isso aí, tá na hora de revermos o significado dessa palavra!
Que tal “tudo aquilo que foi descartado e que, após determinado processo, pode ser útil e aproveitado pelo homem”?
Os materiais que ainda podem ser usados para outros fins mesmo depois de serem descartados, passarão a ser chamados de MATERIAIS REAPROVEITÁVEIS; já aqueles materiais que precisam ser descartados, mas após sofrerem transformações podem novamente ser usados pelo homem passarão a se chamar MATERIAIS RECICLÁVEIS!!!
Por exemplo: aquela famosa poltrona feita de garrafas do tipo PET é um reaproveitamento. Por outro lado a transformação química e física da garrafa PET em fibras de poliéster para a fabricação de tecido para roupas é um processo de reciclagem .

A produção de resíduos é inerente à condição humana. Cada pessoa produz cerca de 300 quilos de lixo por ano e como um processo inexorável, tornou-se um problema de difícil resposta, que exige a reeducação a comprometimento do cidadão.

QUE PROBLEMÃO, HEIN!

A situação econômica do Brasil melhorou de 10 anos para cá, resultando em aumento da demanda/procura tanto de bens de consumo (alimentos, bebidas, combustíveis etc) quanto de bens duráveis (eletrodomésticos, carros, móveis etc). A produção teve que acompanhar este crescimento e para isso foi preciso aumentar a extração de matéria-prima e o consumo de energia.

Mas o que o lixo tem a ver com isso?

Com a possibilidade de comprar mais, muitas vezes adquirimos produtos desnecessários ou nos desfazemos com mais facilidade do que já temos. Essa cultura do desperdício infelizmente ainda é bastante presente em nosso povo. Segundo o último censo do IBGE a quantidade diária de lixo urbano coletado no Brasil é de 228.413 toneladas, o que representa 1,25 Kg diários por cada um dos cerca de 182.420.808 habitantes.Todo o processo de geração, coleta, processamento e armazenamento do lixo resulta em problemas sociais, ambientais e econômicos. Como quase todas as atividades humanas geram resíduos, em quase todos os lugares há a possibilidade do lixo estar causando problemas. Mesmo quando o lixo é tratado adequadamente alguns problemas persistem, mas no Brasil 76% do lixo produzido são lançados a céu aberto (IBGE, 2000).